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2010 Editar

Entre as propostas vencedoras do Orçamento Participativo de 2010 encontra-se a que foi apelidada de "Bus + Bici" (detalhes)


Foi proposto na mailing list contactarmos a CML para colaborarmos no projecto com a experiência que temos como utilizadores diários de bicicleta.


Princípios básicos da posição da MUBiEditar

Contribuições para um Policy statement genérico sobre Corredores BUS partilhados [mariojalves]

Para orientar quem de facto acabar por ir à discussão:

  • As faixas devem ser largas o suficiente para um autocarro ultrapassar em segurança uma bicicleta, ou vice-versa;
    • [Ana P.] E isso será o quê?... Eu diria uns 6 metros. Os autocarros medem 2.55 m de largura. Se a via à sua esquerda for emagrecida, os veículos que lá circulem terão menos espaço tampão, pelo que a distância de segurança entre eles e os autocarros e afins no corredor BUS poderá ter que ser mantida à custa de espaço nesta via do BUS. Um ciclista ocupa 0.75 cm de largura da via. E tem que ter espaço suficiente à sua esquerda e à sua direita. Quanto maiores os veículos que o ultrapassarão partilhando a via, e quanto maior a velocidade destes, maior deverá ser este espaço-tampão. Uma via com menos de 4.25 m não deverá ser partilhada entre bicicletas e automóveis (muito menos pesados).
  • Sendo necessário espaço adicional, este não deve ser nunca retirado aos peões: deve outrossim ser retirado às faixas de circulação normal, que assim ficariam mas estreitas;
  • Devem ser tomadas medidas para evitar velocidades excessivas nestas faixas. Ex: temporização consevadora de semáforos, [Discutível] bandas sonoras com espaços à distância das rodas dos autocarros: assim apenas os taxis seriam afectados;
  • Marcas no pavimento a assinalar a coexistência BUS/BICI: devem ser colocadas no eixo da via, nunca relegando as bicicletas para as bermas;
    • [Ana P.] Bastará um "+ BICI" por baixo de "BUS" onde houver estas inscrições no pavimento, penso. Não confundir com "sharrows".
    • [lmota] Ou um desenho de uma bicicleta, junto ao BUS, no centro da via, não? Tipo isto. Tenho ideia de que tal é mais habitual do que 'bici'.
  • Renovação do piso: para uma boa circulação de bicicletas, o piso tem de estar em óptimo estado, ao contrário do que acontece, e.g, na Av. da Liberdade;
  • Nos locais de paragem de autocarros, acontece frequentemente o piso ser empedrado. Nestes casos, para facilitar a ultrapassagem pelas bicicletas, deve assegurar-se que existe um troço asfaltado na parte esquerda da faixa;
  • [Discutível] Será que se devia contrariar a ideia de começar esta medida, de forma experimental, na Av. da Liberdade? Outros sítios de potencial maior interesse:
    • Av. Fontes Pereira de Melo [lmota]
    • Av. Almirante Reis [lmota]
    • fim da ciclovia de campolide, que acaba num passeio antes do Parque Eduardo VI [NXavier]
  • [Discutível] Esta intervenção poderia servir como arranque para o Trajecto Farol, projecto já há muito discutido e que em grande parte assentava em faixas deste género.
  • Legalização do uso das faixas BUS [fbruno69]: O projecto do OP só fala do alargamento de faixas mas, mais importante seria regulamentar de modo a que os ciclistas possam sempre usar a faixa BUS, principalmente se for numa rua onde não exista outra faixa de trânsito; exemplo: Rua de São Paulo, Rua da Boavista, Estrada de Benfica, etc.;
  • Parte do dinheiro devia ser usado em acções de sensibilização e divulgação junto de outros utilizadores das faixas BUS (motoristas de autocarro e taxi) de forma a que a convivência entre todos seja a melhor possível e se minimize o número de conflitos e acidentes. Ex. de iniciativas: sessões de divulgação, panfletos, etc.

Notícias relevantes na Comunicação Social Editar

Bicicletas na Baixa


(...) No pelouro da mobilidade, foi ainda escolhido o "alargamento das faixas bus, permitindo a circulação de bicicletas".

O vereador Nunes da Silva adiantou ao PÚBLICO que esse último projecto, implementado com sucesso em Paris, vai avançar "a título experimental" entre o Marquês de Pombal e a Baixa, previsivelmente durante o primeiro trimestre do ano. Esta medida já foi discutida com a Carris e, segundo o autarca, vai implicar apenas mudanças ao nível da pintura, porque a Avenida da Liberdade já tem "uma faixa de um metro e pouco junto ao passeio".

Desenvolvimento e iniciativas Editar

  • Escreveu-se uma carta para se dar a conhecer à CML o nosso interesse em cooperar com a equipa que vai estudar o projecto. O texto está aqui.
  • Houve uma Reunião com Vereador do Pelouro da Mobilidade, 17/2/2010 (acta)
  • Escreveu-se uma carta a formalizar a posição da MUBi. Redacção aqui. Já foi enviada.

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