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Responsáveis: Nuno Xavier e Luís Mota

Nacional Editar

CP - Longo Curso Editar

Segundo o actual documento de condições de transporte, as bicicletas apenas podem ser transportadas se desmontadas e "devidamente acondicionadas".

Durante muito tempo, usei (lmota) os comboios para transportar comigo uma bicicleta dobrável, entre Lisboa e Porto ou Aveiro. Quase sempre, sem qualquer problema. Até que apareceu um revisor mais zeloso, que disse que eu não podia fazê-lo, argumentando com este regulamento. A bicicleta, porém, ia num dos compartimentos de bagagens, bem arrumada e presa com um cadeado.

Penso (lmota) que era de discutir estas questões e reclamar outra solução que permitisse o transporte de qualquer bicicleta, não ensacada, em suportes próprios.

Tem de se escrever uma carta a pedir uma audiência. Uma proposta está aqui:

Assunto: Pedido de audiência
A MUBi é uma associação recente, no âmbito da utilização urbana da bicicleta, que assume como sua missão ajudar a criar condições para que qualquer
pessoa  possa utilizar a bicicleta como veículo de forma fácil, agradável, eficiente e segura, e que os benefícios desta opção sejam amplamente
reconhecidos.
Existe recentemente uma tendência clara para um aumento da utilização da bicicleta tanto em actividades quotidianas como de lazer. Tal deve-se
certamente às qualidades da bicicleta enquanto meio de transporte rápido, barato, saudável e sem consequências ambientais. Mas também devido
a outros factores que também levarão à utilização acrescida de transportes públicos: aumento dos custos da utilização do automóvel privado e
congestionamento da rede viária, sobretudo em meios urbanos.
A utilização da bicicleta pode porém crescer muito mais, e esse crescimento depende de factores como a criação de condições acessórias ao seu fácil
uso. 
Algumas dessas condições terão certamente a ver com a compatibilização da bicicleta com os transportes públicos, a chama da inter-modalidade.
A criação destas condições de utilização conjunta pode ser benéfica não só para os utilizadores de bicicleta: com melhores condições, será mais fácil
optar pelo uso do transporte público, com claro benefício para as empresas deste sector, que teriam novos utilizadores para os seus serviços.
No sentido de apresentar sugestões em como a CP pode melhorar e desenvolver a utilização por parte de passageiros que também usam a bicicleta,
gostaríamos de pedir a concessão de uma audiência com um responsável da administração da empresa com responsabilidade nesta área.
Agradecíamos que os contactos fossem conduzidos por via electrónica, através do presente endereço de correio electrónico: mubi.pt@gmail.com

Regional Editar

CP Regional Editar

Do [citado]:

"É permitido o transporte de uma bicicleta por passageiro nos comboios Inter-regionais, Regionais e Urbanos de Coimbra, sujeito às limitações do espaço disponível e da tipologia do material circulante, salvo em épocas, datas ou horários, previamente publicitados, nomeadamente nas estações onde exista atendimento comercial da CP Regional.

Incumbe aos passageiros a guarda e vigilância das bicicletas sendo responsáveis pelo seu acondicionamento em segurança nos locais disponibilizados para o efeito e pelos danos que os mesmos ocasionem a outros passageiros ou à CP.

Ao Operador de Revisão competirá garantir, ou não, o transporte do respectivo velocípede uma vez que o mesmo está limitado ao espaço disponível."

Urbanos e Suburbanos de Lisboa e Porto Editar

Do documento citado:

"É permitido o transporte gratuito de uma bicicleta por passageiro nos comboios urbanos da CP de Lisboa e Porto, sujeito ao espaço disponível e considerando as restrições de épocas, datas ou horárias existentes que são publicitadas, nomeadamente nas estações onde exista atendimento comercial da CP e no site da CP na internet.

Incumbe aos passageiros a guarda e vigilância das bicicletas sendo responsáveis pelo seu acondicionamento em segurança e pelos danos que os mesmos ocasionem a outros passageiros ou à CP."

Fertagus Editar

Das Condições Gerais de Transporte:

19. TRANSPORTE DE VELOCÍPEDES

19.1 É permitido o transporte gratuito de Velocípedes nos comboios da Fertagus, todos os dias da semana, **excepto às Horas de Ponta** ou caso se verifiquem grandes aglomerações de Passageiros.

19.2 O transporte dos Velocípedes deverá ser efectuado de forma a não obstruir as portas nem dificultando, de qualquer forma, a entrada e saída de Passageiros, devendo o Passageiro que transporta o Velocípede aceitar as sugestões e indicações do Pessoal da Fertagus para o efeito.

19.3 É proibido aos Passageiros andarem de Velocípede no interior das infra-estruturas.

19.4 É proibida a utilização das escadas mecânicas e elevadores existentes nas Estações para transporte de Velocípedes.

19.5 Cada Passageiro pode transportar apenas um Velocípede.

19.6 Em cada carruagem só poderão ser transportados no máximo dois Velocípedes.

19.7 Os Passageiros serão responsáveis por todos os danos causados pelos respectivos Velocípedes durante o respectivo transporte.

19.8 Para os efeitos das presentes Condições Gerais de Transporte, não são equiparados a Velocípedes os velocípedes com motor nem as trotinetas com motor, ou outros meios de locomoção.

  • É necessário permitir o transporte nas horas de ponta!
  • O ponto 19.4 deveria desaparecer pois não existe uma única justificação para a sua não utilização, aliás será mais fácil haver um acidente ao se levar uma bicicleta por umas escadas acima do que num elevador ou escada rolante.
  • O ponto 19.3 deveria desaparecer, a segurança dos outros passageiros está garantida no ponto 21, nomeadamente o ponto 21.1.(ad) e existem várias estações cujos acessos são ao nível da estrada e ainda bem compridas.
  • O ponto 19.6 deveria desaparecer sob pena do transporte público deixar de ser uma solução viável por causa da incerteza de se poder apanhar ou não.
  • Ponto 19.1 - Se não se pode transportar em hora de ponta para que é que serve a utilização gratuita? passear ao fim de semana, sim faz sentido para quem a utiliza para lazer. e os que querem usar para vir trabalhar às 9h. em Lisboa?...

Coimbra Editar

SMTUC Editar

Os transportes Urbanos de Coimbra necessitam de mudanças no sentido de permitirem o transporte de bicicletas nos autocarros e tróleis. Tal poderia ser conseguido quer com a existência de espaços centrais dentro dos veículos com amplitude suficiente para caberem as bicicletas ( o que parece um pouco complicado na medida em que a tendência recente tem sido a de os SMTUC comprarem autocarros mais médios do que grandes para fazerem uma gestão melhor e mais económica da relação quantidade de passageiros/tamanho dos veículos) ou através de plataformas exteriores frontais ( para permitir o controlo por parte do motorista do transporte público) o que implica com questões legais/técnicas que têm de ser apreciadas pelo IMTT (Instituto da Mobilidade e Transportes Terrestres). O Núcleo de Coimbra da Quercus tem tentado repetidamente conseguir uma reunião com O Administrador-delegado dos SMTUC cuja secretária constantemente indica que fará a marcação dessa reunião, mas não o fez até agora (desde Agosto de 2009!). Parece, no entanto, que tal reunião fará mais sentido depois de se estabelecer um contacto (já iniciado mas a melhor concretizar) com o IMTT sobre a possibilidade técnica e legal de se montarem suportes frontais externos para as bicicletas que, tendo em conta que Coimbra tem algumas inclinações acentuadas, fariam sentido sobretudo nas linhas 1-A,4,5,6,7,11,24,103,... A SMTUC permite o transporte de bicicletas dobráveis. Eu (Tralves) contactei por e-mail e obtive a seguinte resposta:

Exmo. Senhor:
Relativamente ao e-mail enviado, informamos que poderá aceder aos transportes urbanos com o referido equipamento, nas condições descritas, sendo tratado como simples bagagem.
Assim, deverá o equipamento ser acomodado no interior do veículo, em condições de segurança e de modo a não incomodar e permitir a livre circulação dos restantes passageiros.
Com os melhores cumprimentos,
O Administrador Delegado
Manuel Correia de Oliveira


Metro Mondego Editar

Parece que este metro de superfície ligeiro (cujas as obras de base estão ainda no início) vai ter carruagens com espaços para as bicicletas, assim o afirmou um seu Administrador (Álvaro Maia Seco) em entrevista a um jornal local (Set.2009)

Lisboa Editar

Carris Editar

Na zona histórica da cidade de Lisboa há algumas colinas que colocam problemas locais à utilização da bicicleta.

Uma forma de ajudar a contornar esta questão seria permitir o transporte de bicicletas nos elevadores (Glória, Bica e Lavra) e nos eléctricos (para dar acesso, p.ex., à Graça, Castelo e Lapa). As vantagens desta possibilidade seriam muito grandes para os utilizadores, pois podiam usá-la para vencer declives elevados, mas também para a Carris, que assim poderia cativar mais clientes. Naturalmente, e para incentivar este uso, propõe-se que o transporte da bicicleta seja gratuito.

Este transporte poderia ser feito usando suportes exteriores, de fácil e barata colocação. Para não comprometer o aspecto histórico destes elevadores e eléctricos, propõe-se que os suportes sejam facilmente desmontáveis.

Tem de se escrever uma carta a pedir uma audiência. O texto está aqui.

Uma solução para o transporte de bicicletas em autocarros, comum no estrangeiro, são suportes frontais onde se metem as bicicletas. Porém, segundo informação dada pela Ana Pereira, tal não seria permitido:

Nos automóveis ligeiros de passageiros poderás eventualmente levar bicicletas (se as considerares 
"objectos indivisíveis que não caibam dentro do carro"...) atrás desde que não ultrapassem os limites 
laterais do carro e o suporte+bicicleta(s) não se projectem mais de 450 mm para além do limite traseiro 
do carro. Ver Portaria n.o 472/2007, art. 13º, n.º 1, alínea c).
Esta mesma Portaria não prevê algo similar para os automóveis *pesados* de passageiros, pelo que se aplica
o Art. 56, n.º 3, alínea g) e, logo, os autocarros não podem ter cenas "protuberantes" como racks.


Metro Editar

No facebook aparece um esclarecimento sobre utilização de dobráveis aqui:

Metropolitano de Lisboa Frederico, apenas há restrição de horários para o transporte de bicicletas que não sejam dobráveis.  
Para as bicicletas dobráveis não há restrição de horários, tendo em atenção que as mesmas têm obrigatoriamente que entrar, 
permanecer e sair das estações devidamente dobradas.

Transtejo / Soflusa Editar

Carta a enviar: geral@transtejo.pt, apoio.cliente@transtejo.pt

Sr. Presidente do Conselho de Administração da Transtejo/Soflusa,

Somos uma associação que assume como sua missão ajudar a criar condições para que qualquer pessoa possa utilizar a bicicleta como veículo de forma fácil, agradável, eficiente e segura, e que os benefícios desta opção sejam amplamente reconhecidos.

Temos recebido várias reclamações dos nossos associados a quem a Transtejo/Soflusa, invocando regras de limites de bicicletas a bordo, causa graves incómodos. Observamos também que as vossas estações fluviais estão equipadas com sistemas de parqueamento de bicicletas desadequados (só permitem a amarração da roda da frente) e mal localizados.

Gostaríamos de contribuir de forma positiva para que a vossa empresa possa, de forma rápida, económica e eficiente, servir melhor os seus clientes. Acrescentamos também que a promoção do uso da bicicleta é bem patente na Resolução da Assembleia da República n.º 3/2009 que, entre outros objectivos, visa a "promoção de diálogo e reflexão entre entidades públicas e os diferentes níveis de poder e de responsabilidade com vista a derrubar barreiras a estes modos de mobilidade suave".

Em relação ao estacionamento de bicicletas nas estações fluviais, recomendamos os sistemas mais simples em "U" invertido, que permitam a essencial amarração fácil e simultânea de quadro e roda - Cycle parking pdf. Em relação ao transporte de bicicletas a bordo dos vossos barcos, estamos convencidos que com a actual procura por ciclistas dos vossos serviços, bastaria fomentar uma cultura de tolerância consciente nos vossos empregados e uma reavaliação do espaço de uma forma mais flexível. Acreditamos que assim seria possível, para já, satisfazer as necessidades dos ciclistas.

No entanto, não tendo a MUBi qualquer relação com qualquer empresa do sector, gostaríamos de vos enviar alguma informação sobre sistemas de parqueamento de bicicletas e que poderiam aumentar consideravelmente a qualidade do vosso serviço, caso concluam que o problema é a falta de espaço:

http://bikeportland.org/2009/03/31/double-decker-bike-parking-coming-to-psu/

http://www.josta.de/english/ (escolher doubleparker no menu da esquerda)

http://www.momentumplanet.com/news/double-decker-bike-parking

http://www.bicycleparkingracks.com/items.asp?itemcode=I116-1057&Cc=IBR-DD



Adenda:

No nosso e-mail anterior, por lapso não foi enviado a documentação sobre a recomendação dos sistemas mais simples em "U" invertido, que permitem a essencial amarração fácil e simultânea de quadro e roda:

http://www.ctc.org.uk/resources/campaigns/cycleparkinfo.pdf

Com os melhores cumprimentos, Grupo de Trabalho da MUBi para Transportes Públicos

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